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2 de abr. de 2012

rodoviarismo careca - 25


Ouvinte da Sulamerica FM:
"Se aborrecer pra quê ?"

o termo "rodoviarismo careca" é um plágio descarado, travestido de homenagem, do termo usado pelo Prof. Dr. Lagonegro (FAU-USP). O termo careca faz alusão ao pneu careca, condição necessária para o desenvolvimento do rodoviarismo nos países pobres.

30 de mar. de 2012

rodoviarismo careca - 24


o termo "rodoviarismo careca" é um plágio descarado, travestido de homenagem, do termo usado pelo Prof. Dr. Lagonegro (FAU-USP). O termo careca faz alusão ao pneu careca, condição necessária para o desenvolvimento do rodoviarismo nos países pobres.

27 de mar. de 2012

Aviônicos - 10 [brincando de controlador de vôo]


Não sei convercer ninguém da utilidade desse site, mas não conheço quem não fique embasbacado por pelo menos 5 minutos com a precisão de informações e multiplicidade de dados que são apresentados ao mesmo tempo e de maneiras diferentes.

Três aviões se cruzam no mesmo ponto, com claros 8000 pés de distância vertical um do outro. É possível acompanhar a velocidade de aproximação e a de cruzeiro e distinguir se a informação sobre o itinerário está correta. Nem sempre está.

Não deixa de ser uma brincadeira de controlador de vôo: quem pousa primeiro, o de Congonhas ou de Cumbica? Quanto tempo o avião precisa rodar sem destino até encontrar uma janela de pouso? O cargueiro sempre sofre mais para achar essa janela? Os vôos transatlânticos que saem do Chile e Argentina passam bem aqui em cima da minha cabeça!

Para alguns voyeurs pode virar uma atividade viciante, para outro, talvez, possa ser interessante para verificar se o avião que leva a sogra ou o cunhado decolou de verdade e acompanhar se pousará no longínquo destino com exatidão (sem garantia de volta).


Obs: este não é o único site de monitoria de aeronaves. Outros regionais monitoram as frequências de rádio das torres e mostram com maior exatidão a posição ou informam também as previsões de partidas e chegadas dos principais aeroportos:
(Rio, Guararapes e Belo Horizonte)
(Congonhas e Cumbica - tela de controle de vôo com rádio)

25 de nov. de 2011

rodoviarismo careca - 21

O Prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, procura trabalhar ativamente para combater os engarrafamentos (mistura de Kassab com Maluf, sabe?).

Para tanto, resolveu incentivar projetos de ruas e estradas no topo de edifícios baixos, batizado de shtrassenhausov.  



Em setembro, a associação Moskomarkhitektura "Elsiti-Shtrassenhaus" considerou a possibilidade de construção de tais instalações na Grande Moscou. Segundo ela, estradas (sem cruzamentos e semáforos) podem ser construídas em telhados de edifícios baixos e, ao mesmo tempo, manter o conforto acústico e térmico, mais especificamente para espaços comerciais - lojas, armazéns, estacionamentos etc.

Em cima, Marginal, embaixo, Daslu. Comparando com a realidade, é somente uma questão de ponto de vista (de alguém deitado na Marginal Pinheiros olhando a Daslu com a orelha no chão)!


Por coincidência, algo assim está sendo cogitado em SP.
 
Embora as ruas de Moscou não primem pela excelência de rodagem (buracos, obras mal-sinalizadas etc), o que nos é familiar; o projeto mirabolante foi acolhido pelos cidadãos pela promessa de melhorar congestionamentos de trânsito e diminuir os acidentes.

Como aqui, são atentos aos meios e míopes às finalidades.

11 de nov. de 2011

Opala do dia - 31

Esse blogger é tonto mesmo: vai fazer piada só porque o BM é seis cilindros em linha...


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 Caiu do cavalo!!!! É 4!   É 4!  É 4!   É 4!  É 4!   É 4!

Mas é automático.



fonte: Bizarrices

2 de nov. de 2011

Orgulho e preconceito - 10


vídeo: MaCamp

O vídeo tem mais de tensos 8min.

Quem já rebocou carros, barcos ou traillers sabe que o grande desafio não é puxar, é freiar.
Quando se pisa no pedal e parece que o alicate tá cego, só resta duas coisas: tentar reduzir, moendo engrenagens, rolamentos e eixos ou trepar na alavanca do freio de estacionamento e girar o volante de direção para o lado contrário que o carro embicar. O resultado nunca é satisfatório.

Portanto, para evitar que pequenos deslocamentos causem grandes consequências, vale lembrar de algumas dicas:

- o reboque do quer que seja obedece uma relação de pesoXtorqueXnúmero de eixos. Verifique o peso máximo de reboque de seu carro, que varia conforme a capacidade do motor e o seu próprio peso. Na dúvida, divida o peso do carro por 2 e verifique se o peso do reboque dividido pelo número de eixos é menor ou igual;

- dê preferência às carretas e traillers que tenham sistema de freios a disco (instalação simples e barata). Caso o reboque não tenha freios próprios, o peso rebocado deve ser o mínimo possível;

- escolha sempre o caminho mais plano e menos sinuoso, mesmo que seja mais longo. Essa é uma regra bastante conhecida no meio ferroviário que cabe direitinho para o nosso caso;
- evite, ao máximo, estradas de terra como no vídeo. O comportamento do conjunto pode ser imprevisível;

- não se transporta ninguém no reboque. Além de ser ilegal, a suspensão do reboque não funciona como a suspensão de um carro, o que pode vir a se tornar uma viagem traumática para o passageiro de trás (igual aquele desenho do Mickey, Pateta e Donald, lembra?);

- a pressão dos pneus não deve ser constante se o peso da carreta variar. Isto é, seu comportamento ao andar descarrregada pode ser totalmente diferente se mantiver a mesma pressão do pneu de quando carregada, principalmente em trocas de pistas e curvas fechadas;

- a distância de frenagem, que geralmente não é pouca, aumenta muitíssimo com a inércia do reboque, mesmo que seu sistema de freio funcione direito e, por último mas não menos importante,

- não deixe de se aventurar, rebocar seu trailler, seu jipe, sua lanchinha, por causa dos perigos envolvidos. Prudência, conhecimento e bom senso dão conta de evitar qualquer incidente que possa ser causado pelo rebocamento. O ato de dirigir rebocando também é pedagógico para o aprendizado da direção defensiva do dia-a-dia. Tire o máximo proveito do carro e se torne um caramujo errante.

23 de out. de 2011

Orgulho e preconceito - 9

- Putz Merda! Será que o seguro vai achar?
Google Street View Trollz!

Lembre-se que sempre existirá um laboratório para analisar seu exame de fezes.

22 de out. de 2011

Orgulho e preconceito - 8

Favor não fazer piada com jaguar enjaulado.
Digamos que o dono, nessa situação, chamou o Hugo, lá embaixo.

Lembre-se que sempre existirá um laboratório para analisar seu exame de fezes.

21 de out. de 2011

Orgulho e preconceito - 7

- Darling, vc plantou aquela bananeira no jardim de inverno?

Lembre-se que sempre existirá um laboratório para analisar seu exame de fezes.

17 de out. de 2011

rodoviarismo careca - 20



Descer para o litoral paulista nos anos 1920 não era algo muito rápido e nem tranquilo. A pista era sinuosa, estreita e acidentes especialmente em trechos de serra eram bastante comuns. Para alertar (e assustar) os motoristas que desciam para a baixada, a placa na foto abaixo deixava bem claro os riscos da imprudência ao volante em plena Serra do Mar na antiga rodovia São Paulo – Santos. A velocidade máxima por ali não podia ser ultrapassar 25 km/h.

[SP Antiga]

A 25km/h é realmente possível ler toda a placa.

Isso me lembra a história de uma das primeiras indústrias alemãs a se instalar na Itália: o gerente de produção afixou uma enorme placa numa cabine de energia elétrica, descrevendo, em detalhes, todos os procedimentos de segurança para se evitar acidentes, os quais seriam fatais se não cumpridos.


Os acidentes eram frequentes e a direção da indústria já pensava em dispendem um grande trabalho estrutural para transpor a cabine e demais instalações, quando um operário sugeriu que se mudasse a placa para outra, somente com os dizeres: "toccato morti", tocou morreu.



Por encanto, os acidentes acabaram quase que imediatamente. O gerente levou a boa nova para a matriz, que decidiu profilaticamente traduzir e introduzir o novo aviso em todas as suas fábricas na Alemanha. Estranhamente começaram a ocorrer acidentes elétricos nas cabines onde haviam trocado os dizeres pelos italianos.



Toda globalização tem seus limites. E geralmente estão mais visíveis nas línguas. O que nos faz pensar: as placas de trânsito pecam por falta ou por excesso?

Fonte da primeira foto: São Paulo Antiga


o termo "rodoviarismo careca" é um plágio descarado, travestido de homenagem, do termo usado pelo Prof. Dr. Lagonegro (FAU-USP). O termo careca faz alusão ao pneu careca, condição necessária para o desenvolvimento do rodoviarismo nos países pobres.

16 de out. de 2011

Opala do dia - 28

1974 – Acidente grave na rua Prates:

A ausência de um semáforo pode causar grandes acidentes se os motoristas não tiverem prudência nos cruzamentos. Em 1974 um acidente envolvendo um Opala e um Fusca no cruzamento da rua Três Rios com rua Prates acabou resultando em um capotamento. Note que o sentido da rua Prates à época (bairro-centro) é o oposto de hoje em dia.

Fonte: São Paulo Antiga